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sexta-feira, 9 de abril de 2021

SER MULHER NA LITERATURA


"Bem arrumada ou com cara de quem acabou de acordar. Usando uma camiseta surrada, vendo filme no sofá.
Ela é linda de qualquer jeito, porque bonita mesmo é a sua alma...
Não é a cor dos teus olhos, mas a maneira como você enxerga.
Não é o tom de tua pele, mas as cores que colorem seu dia.
Não é a tua formação acadêmica, mas a sabedoria colhida nos dias e o quanto você se debruçou sobre a vida e se permitiu aprender.
O que te faz especial, mulher, é essa tua maneira de descortinar o sol e encantar pessoas.
Esse teu jeito de margem de rio que abriga e ama, sem nada pedir.
Esse teu abraço que inunda tudo e faz mais feliz quem se achega a ti.
Que haja firmeza em seus passos mas, se não houver, que haja alguém do seu lado pra te sustentar.
Que você encontre um grande amor pelo caminho e, se não encontrar, que você entenda que é preciso se amar primeiro.
Que você respire o frescor das manhãs ao longo de sua caminhada, sentindo-se viva.
Que você colha flores de delicadezas à beira da estrada e saia espalhando por aí.
Que você descubra-se todos os dias.
Reinvente-se infinitas vezes.
Ame o quanto souber.
Sorria o quanto puder.
Revolucione seu tempo, gravando, com amor, sua identidade em pedra."

E para você que sempre nos acompanha deixamos dicas de leituras sobre MULHERES reais e fictícias, cheias de ideias e comportamentos inovadores que vão também te inspirar!

Essas dicas foram escolhidas com muito carinho pelo nosso blog para apoiar professores e trabalhar a força feminina no cenário escolar. Esperamos que gostem!






domingo, 28 de março de 2021

O PODER DA LEITURA

Os bons escritores são aqueles que conseguem colocar os leitores na pele do outro. Creio ser essa a maior virtude da leitura. Ao entrar na pele de diferentes narradores, ao sentir-se parte de outras vidas, o leitor vai-se percebendo também parte da restante Humanidade.

Além disso, qual leitor nunca teve a experiência de ler um trecho de um livro e pensar: "Preciso contar isso para alguém!" 

Qual leitor também nunca destacou algum trecho de seu livro favorito e o compartilhou em suas redes sociais por ter lhe provocado a emoção ou surpresa?

Neste sentido, ao promover a identificação e a empatia, o hábito da leitura nos aproxima das pessoas.

Acreditamos que histórias aproximam as pessoas e que os livros permitem viagens sem sair de casa. Em tempos de isolamento, que tal usar a leitura para se conectar com quem está distante? É só você deixar nos comentários desta postagem, uma dica de livro que te marcou por algum motivo. Vamos entrar nesta brincadeira?

 


Clique no link abaixo e faça parte desta incrível aventura!

https://drive.google.com/viewerng/viewer?url=http://ler-agora.jegueajato.com/Maria+Jose+Dupre/A+Ilha+Perdida+(267)/A+Ilha+Perdida+-+Maria+Jose+Dupre?chave%3D1677cfea7cb1b4e721f78316a481fd9c&dsl=1&ext=.pdf



terça-feira, 1 de dezembro de 2020

FÁBULAS extraordinárias de ESOPO: divertem e educam crianças e adultos

fabulas-de-esopo

“Acho que deveríamos colocar Esopo entre os grandes sábios de que a Grécia se orgulha, ele que ensinava a verdadeira sabedoria, e que a ensinava com muito mais arte que os que usam regras e definições.”
– LA FONTAINE

Acredita-se que, antigamente, uma pessoa chamada Esopo escreveu centenas de fábulas que são muito conhecidas até hoje. Estudiosos da Antiguidade afirmavam que Esopo viveu no reino da Trácia, no nordeste da Grécia, no século VI a.C. Agora se sabe que muitas dessas histórias são ainda mais antigas e que Esopo talvez nunca tenha existido.

As fábulas de Esopo provavelmente faziam parte da tradição oral — ou seja, eram histórias contadas em voz alta. Há cerca de 2 mil anos, o escritor romano Fedro pôs algumas delas por escrito. Mais tarde, as histórias foram traduzidas para outras línguas. Em português, existe um manuscrito do século XV, chamado Fabulário português medieval, ou O livro de Esopo, que contém várias dessas fábulas e foi publicado em forma de livro no início do século XX. A mais antiga versão conhecida em inglês foi publicada em 1692. Ao longo dos séculos, elas sempre foram bastante populares na Europa e no Brasil.

A maior parte das fábulas apresenta animais com características humanas e termina com uma moral, um ensinamento ou lição que a própria história pretende demonstrar.

Conheça essas Fábulas que divertem e educam crianças e adultos:

ESOPO NUM ESTALEIRO
Esopo, por Diego Velázquez – 1639-41 (Museo del Prado)

Esopo, o fabulista, foi flanar num estaleiro. Lá, provocado pelas zombarias dos operários, disse-lhes:

– Quando o mundo era apenas água e caos, Zeus quis fazer um dia um novo elemento: a terra. Foi por isso que ele a fez engolir o mar três vezes. Da primeira vez, a terra deixou aparecer as montanhas; da segunda, as planícies; quando ela for beber pela terceira vez, a arte de vocês não servirá para nada.

Quem ri de quem lhe é superior terminará perdendo o riso.

A CAMELA

Uma camela atravessava um rio de águas turbulentas. Tendo defecado, as fezes levadas pelo redemoinho foram parar no seu focinho. Ela então exclamou:

– Como é que o que estava atrás veio parar na minha frente?

Em certos ocasiões, os sensatos são ultrapassados pelos piores imbecis.

O GATO E O GALO

Um gato queria ter uma boa razão para devorar um galo que caiu em suas garras.

– À noite – acusou-o –, teus gritos não deixam os homens dormir.

O galo se defendeu:

– É um serviço que lhes presto, chamando-os a seus deveres.

O gato não se abalou e acusou o galo de ultrajar a natureza por não respeitar nem a mãe nem as irmãs.

O galo respondeu:

– Isso reverte mais uma vez para o bem de meus patrões: eles têm assim ovos em abundância.

Os pretextos especiais de nada servem quando o celerado, desavergonhadamente, está decidido a fazer o mal.

O PESCADOR QUE TOCAVA FLAUTA

Um pescador, que era também flautista, pegou a flauta e a rede e foi pescar. De pé num promontório, pôs-se a tocar. Os peixes, pensava ele, atraídos pela beleza da música, pulariam sozinhos fora d’água. Tocou um bom tempo sem parar. Em vão. Deixando de lado a flauta, pegou a rede e a lançou na água. Pegou um monte de peixes. Tirava-os da rede e os jogava na areia . Como os peixes se retorciam, ele disse:

– Seus malditos, quanto vocês não dançaram enquanto eu estava tocando!

Assim agem os ardilosos.

A RAPOSA E A GRALHA

Uma gralha faminta estava no alto de uma figueira; estava achando os frutos muito verdes e esperava que amadurecessem. Uma raposa, ao vê-la esperar pelo tempo, descobriu logo a razão e lhe disse: “Minha amiga, não adianta alimentar esperanças. Elas só nos enchem de ilusões”.

A RAPOSA E O CROCODILO

Uma raposa e um crocodilo discutiam para ver qual dos dois era o mais nobre. O crocodilo se gabava dos feitos de seus ancestrais e concluiu dizendo que seus pais presidiam os jogos ginásticos. A raposa replicou: “Nem precisavas dizer, só de olhar tua pele já dá para ver tua longa prática esportiva”.

Contra os mentirosos, os fatos falam por si sós.

OS VIAJANTES

Alguns homens iam por uma estrada para fechar um negócio. Eis que, no caminho, encontram um corvo caolho. Como não queriam passar pelo pássaro, um deles, pensando que estavam diante de um mau presságio, achou melhor não ir em frente. Um outro replicou:

– Como esse pássaro pode prever nosso futuro se não soube evitar a perda de seu próprio olho?

Não dá para ouvir os conselhos de quem não sabe cuidar de si mesmo.

O LEÃO E O JAVALI

Era verão e os animais estavam sedentos. Um leão e um javali foram matar a sede numa pequena fonte. Estavam brigando para ver quem ia beber primeiro. A briga terminou numa luta sangrenta. De repente, tendo-se separado momentaneamente para recuperar o ar, viram os abutres que só estavam esperando que um deles morresse para devorá-lo. Pararam então de brigar:

– Melhor ficarmos amigos que servir de pasto aos abutres e aos corvos.

Querelas e disputas nos expõem ao perigo. Melhor acabar com elas.

O LAVRADOR E O LOBO

Um lavrador desatrelou seus animais e os levou ao bebedouro. Um lobo que, faminto, procurava o que comer, encontrou a charrua. Começou a lamber a canga. Depois, ao passar o pescoço por baixo, ficou preso, e, sem se dar conta, começou a puxar a charrua pelo campo.

Ao voltar do bebedouro, o lavrador o viu e disse:

– Maldito animal, não vá querer dizer que deixou de pilhar e de fazer o mal para lavrar a terra!

Não adianta os maus quererem passar por virtuosos, a forma como o fazem os desacredita aos olhos dos outros.

– Esopo. Fábulas. [tradução Antônio Carlos Vianna; revisão Delza Menin e Ruiz R. Faillace]. Porto Alegre: Editora L&PM Pocket, 2011.

Aesopvs (Aesop) – by Francisco Goya, 1778

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

7 LIVROS QUE ENSINAM VALORES ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES

 O livro é um disparador para que as crianças possam pensar sobre algumas coisas, como respeito, o outro e aquilo que é diferente, por isso, as histórias são importantes para trabalhar a reflexão sobre vários assuntos.

Elencamos algumas dicas de leituras que tratam de valores e boas práticas que podem ser ensinadas aos ESTUDANTES, além de estimular neles o hábito por essa atividade que é muito prazerosa e está fortemente atrelada à aprendizagem. 

O Pequeno Nicolau - Sempé-Goscinny

O pequeno Nicolau

As divertidas aventuras do Pequeno Nicolau, um menino igual a muitos outros, são narradas com humor perspicaz por Goscinny, o inesquecível autor do Asterix, e ilustradas pelo genial Sempé. Em cinco títulos, situações como a visita do inspetor à escola, os recreios tumultuados, as férias na praia, a chegada do irmãozinho, a visita da vovó são contadas com graça e sensibilidade. As travessuras do Nicolau e suas observações hilariantes sobre os colegas, os pais, os professores e as situações do cotidiano têm cativado crianças e adultos do mundo todo.

Recomendado para educandos a partir de 12 anos.

O Jardim Secreto-  Frances Rodgson Burnett

O jardim secreto

O romance “O Jardim Secreto”, de Frances Rodgson Burnett, é sobre o encontro entre uma menina e um menino, sobretudo é uma celebração da amizade entre dois seres e a descoberta, por assim dizer, do mundo. O garoto vive enfermo numa cama, até a chegada de uma menina esperta que injeta vida em seu ser e o retira do quarto. Juntos, descobrem um jardim secreto e uma história, que, como o belo jardim, não pode mas é devassada. A amizade improvável entre os dois personagens funciona como uma metáfora para a descoberta do mundo e para o autoconhecimento.

Recomendado para educandos a partir de 12 anos.

Clique aqui e inspire-se você também, educador, com 6 filmes sobre educação para refletir.

O Pequeno Príncipe - Saint-Exupéry

O pequeno príncipe

Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal, que até hoje nos ajuda a relembrar os valores da amizade e empatia.

Recomendado para educandos a partir de 8 anos.

Marcelo, Marmelo e Martelo- Ruth Rocha

Marcelo, marmelo, martelo

Situações do cotidiano ganham encanto nas palavras de Ruth Rocha, que inova a maneira de contar histórias. Os personagens dos três contos deste livro são crianças que vivem no espaço urbano. Elas resolvem seus impasses com muita esperteza e vivacidade: Marcelo cria palavras novas; Teresinha e Gabriela acabam se identificando, apesar das diferenças, e Caloca compreende a importância da amizade. Certamente essa obra ajudará a mostrar para os seus educandos as belezas de ser criança, além das inúmeras possibilidades que imaginação oferece.

Recomendado para educandos a partir de 5 anos.

Meu Pé de Laranja Lima- José Mauro de Vasconcelos

Meu pé de laranja lima

Zezé é um garoto de oito anos que, apesar de levado, tem um bom coração. Ele leva uma vida bem modesta – devido ao fato de que seu pai está desempregado há bastante tempo – e tem o costume de ter longas conversas com um pé de laranja lima que fica no quintal de sua casa. Até que, um dia, conhece Portuga, um senhor que passa a ajudá-lo e logo se torna seu melhor amigo. Essa obra demonstra a importância da esperança e força de vontade para superar os obstáculos e prevalecer pela busca dos seus sonhos.

Recomendado para educandos a partir de 8 anos.

Menina bonita do laço de fita- Ana Maria Machado

Menina bonita

Uma linda menina negra desperta a admiração de um coelho branco, que deseja ter uma filha tão pretinha quanto ela. Cada vez que ele lhe pergunta qual o segredo de sua cor, ela inventa uma história. O coelho segue todos os conselhos da menina, mas continua branco. Esse livro é essencial para abordar questões como diversidade nos tons de pele, igualdade e combate ao racismo.

Recomendado para educandos a partir de 4 anos.

Alice no País das Maravilhas- Lewis Carroll

Alice

Ainda garotinha, Alice Kingsleigh visitou um lugar mágico pela primeira vez e não tinha mais lembranças sobre o local a não ser em seus sonhos. Em uma festa da nobreza, a jovem vê um coelho branco. Alice o segue e cai em um buraco, indo parar em um mundo estranho: o País das Maravilhas. Lá, ela reencontra personagens que estavam guardados em sua memória através dos sonhos. Esse livro que perpassou o século, demonstra a importância da imaginação para o amadurecimento e compreensão de quem realmente somos e quais valores seguimos.

Recomendado para educandos a partir de 10 anos.

E aí? O que você achou destas dicas? Já conhece estas histórias?

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

ERA UMA VEZ...II : CONCURSO DE RECONTOS

       

A E.E. PREFEITO CLEMENTE E. FERRAZ apresenta a proposta de PRODUÇÃO DE TEXTO para o concurso "EU CONTO, VOCÊ RECONTA!" no qual os alunos da escola são convidados a participarem da ação no PROJETO REMOTO DE LEITURA - ERA UMA VEZ...II " Quem disse que precisa estar perto para estar junto?" elaborado pela BIBLIOTECA JOSÉ DE ANCHIETA  e pelo PROFESSOR DE ARTES em referência  à SEMANA NACIONAL DA BIBLIOTECA E DIA NACIONAL DO LIVRO em culminância no dia 31 de outubro através de uma LIVE pelo YOUTUBE, a fim de alcançar um público muito além dos arredores de nossa região!

Para o processo de construção dos recontos, foi indicada uma obra para cada turma (6º ao 9º anos), orientada por uma comissão de professores envolvendo as diversas áreas do conhecimento e coordenados pelos profissionais da Língua Portuguesa. Uma equipe competente e bem estruturada que dará suporte às necessidades dos alunos, despertando neles sentimentos como a curiosidade, a autoconfiança e a capacidade de recriar numa perspectiva atual e bem diferente da original, os contos clássicos que conhecem desde a infância...

A comissão elegerá o melhor texto por sala de aula e caberá aos professores de Língua Portuguesa selecionar, segundo critérios de coerência e de coesão,  os 4 textos semifinalistas, que irão à votação, via What's App, pelo público geral durante a Live. 

Os VENCEDORES do CONCURSO serão contemplados com:


                                                            
                               A ESCOLA CLEMENTE 
NÃO TE ABANDONA!

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

PINÓQUIO

 Pinóquio é um dos personagens mais conhecidos da literatura infantil. A história do boneco de madeira que ganha vida, escrita em meados do século XIX, foi criada na Itália por Carlo Collodi (1826 - 1890) e traduzida para o mundo inteiro ganhando uma série de adaptações.

Ao longo dos fascículos criados por Carlo Collodi vemos o boneco de madeira amadurecer e aprender a vencer uma série de tentações. Ele está muitas vezes acompanhado do Grilo Falante, que é uma espécie de consciência que o indica o caminho certo que deve seguir.

Ao longo das suas aventuras, Pinóquio se mete em uma série de enrascadas - mente para o pai, foge da escola, se envolve com más companhia - mas acaba sempre sendo salvo pela Fada Azul que o protege e o direciona para o caminho certo.

Ao ler a narrativa a criança percebe que a mentira tem perna curta e, mais cedo ou mais tarde, a verdade virá à tona.

Também aprendemos com Pinóquio que é sempre possível se arrepender e que esse arrependimento pode nos trazer recompensas positivas.

Na época em que Pinóquio foi escrito a Itália vivia mergulhada num analfabetismo profundo e os pais sabiam que encaminhar seus filhos para a escola era das poucas maneiras de oferecer-lhes um futuro melhor.

Não por acaso Gepeto obriga o filho de madeira a frequentar a escola e acredita que a educação é uma maneira de nos libertar. O conhecimento não só nos instrui a tomar boas decisões como também garante um amanhã onde podemos ter em mãos uma série de escolhas.

Ao longo da narrativa uma série de vezes o boneco de madeira é instruído por Gepeto ou por outros personagens a insistir nos estudos - ainda que naquele momento Pinóquio não tenha nenhuma vontade.

O conto ressalta a importância de estudar para conseguir chegar a algum lugar na vida e ser independente.

PINÓQUIO

Gepeto era um velho homem que sonhava ter um filho. Um dia, ele fez um boneco de madeira, que ganhou vida graças à bondosa Fada Azul. O homem então deu o nome de Pinóquio e fez o menino de madeira se arrumar para ir à escola.

No caminho, Pinóquio foi enganado por dois homens e perdeu suas moedas. Ao encontrar a Fada Azul disfarçada, ele acaba mentindo para ela e o seu nariz começa a crescer.

Mesmo com os conselhos do Grilo Falante, ele se desviou do caminho da escola e foi se divertir no circo. Lá, acabou sendo transformado em um burro e foi obrigado a trabalhar para o dono.

Cansado de tanto trabalhar, Pinóquio foi jogado ao mar, onde acabou engolido por uma baleia. Dentro da baleia, encontrou Gepeto, que havia saído para encontrar o filho e que também havia sido engolido.

Após conseguir sair da baleia, Pinóquio cuidou de Gepeto e decidiu nunca mais mentir. Como recompensa, a Fada Azul decidiu transformar o boneco de madeira em um menino de verdade.

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

A BELA ADORMECIDA

A Bela Adormecida é um clássico conto de fadas cuja personagem principal é uma princesa, que é enfeitiçada por uma maléfica feiticeira por um dedo picado pelo fuso de um tear. (por vezes descrita como uma bruxa, ou como uma fada maligna) para cair num sono profundo, até que um príncipe encantado a desperte com um beijo provindo de um amor verdadeiro. É um dos contos mais famosos da humanidade atualmente.


A versão mais conhecida é a dos irmãos Grimm, publicada em 1812, na obra Contos de Grimm sob o título A Bela Adormecida (título original Dornröschen, "A Rosa dos Espinhos")

 Assista, agora, a essa fantástica história!

domingo, 13 de setembro de 2020

BRANCA DE NEVE

Branca de Neve é derivada de um conto de fadas conhecido de muitos países da Europa, criado pelos Irmãos Grimm. Ela é uma jovem princesa, "a mais bela de todas", em sua inocência, não pode ver qualquer um dos males do mundo. Isso a torna mais vulnerável a madrasta ciumenta que deseja ser a mais bela na terra, no entanto, a bondade inerente da Branca de Neve e pureza inspiram seus amigos, os animais da floresta e os Sete Anões para protegê-la. No filme, ela é tanto uma figura de mãe protetora e uma criança inocente na sua relação com os animais da floresta e os Sete Anões. Ela é a primeira princesa da Disney, e forneceu a base para heroínas posteriores, como Cinderela e Aurora.

Branca de Neve é ​​a mais doce e mais suave de todas as princesas. Ela é ingênua, infantil, e sempre mostra a severidade de uma mãe, como quando ela disse aos Sete Anões que ou eles lavavam as mãos, ou então ficariam sem jantar. Ela é uma sonhadora, gentil e uma romântica, mas está disposta a trabalhar duro se for necessário para ganhar seu sustento. Ela gosta de cantar, dançar, cozinhar (graças a madrasta fazendo dela uma serva no castelo), sonhar acordada, e ama todos os animais. E ela também é a mais silenciosa de todas as princesas, embora não exatamente por opção. Branca de Neve é a princesa mais sensível e também com o estilo mais materno, pois ela trata os anões como seus filhinhos e os animais da floresta também.

Possivelmente porque seus próprios pais morreram, Branca de Neve parecia ter simpatia com os anões, pois ela pensava que eles não tinham mãe ou pai. Branca de Neve é ​​conhecida como a princesa otimista, mesmo quando os outros eram rudes com ela ou quando as coisas ficavam difíceis, ela sempre dava uma olhada positiva sobre a vida, Branca de Neve também é uma princesa de coração puro. Branca de Neve parece poder se conectar com os animais e a natureza, como quando eles á ajudaram a encontrar a cabana. Ela é muito romântica, sonhadora, extremamente amigável, pois tem uma postura alegre, doce e é sempre rodeada de seus amigos anões e os animais.


Assista a este conto maravilhoso aqui!😍


CLÁSSICOS DA LITERATURA INFANTOJUVENIL PELO MUNDO

 Que tal uma volta ao mundo pelas páginas de diferentes clássicos da literatura infantil? Veja a lista de obras que recomendamos para que você!

O instinto de ouvir e contar histórias faz parte do que nos torna humanos. Quando o homem aprendeu a falar, antes mesmo de desenvolver a escrita, já utilizava o poder das histórias para passar ensinamentos e informações importantes para a sobrevivência de seu grupo, ou tribo. A ideia de estar ao redor de uma fogueira ouvindo uma lenda sobre a formação do céu é tão atual quanto ver no Youtube um astronauta contando como é seu dia no espaço.

Crianças que ouvem histórias desde cedo desenvolvem a concentração e o poder de raciocínio. Mais do que isso, desenvolvem uma ligação com sua própria história e cultura. Ouvindo, aprendemos. Por isso é tão importante incentivar a capacidade de ouvir desde cedo. Veja alguns exemplos do que as crianças ouvem ao redor do mundo.

África

Os mais de cinquenta países do continente africano tem tradições tão diferentes quanto as do Marrocos e Madagascar, África do Sul e Costa do Marfim. Os contos reunidos em coletâneas do Brasil normalmente são os vindos de países que têm em comum conosco a história de colonização, como Gana e Nigéria, e a língua portuguesa, como Moçambique e Guiné Bissau. A tradição dos contos africanos está muito mais ligada à cultura do que a religião e seu ensino é obrigatório por lei nas escolas brasileiras desde 1996, o que faz com que vários contos sejam encontrados em lojas país afora, como Sikulume e Outros Contos Africanos e Ulomma: A Casa da Beleza.

Brasil

Ruth Rocha, Ana Maria Machado, Tatiana Belinky e João Carlos Marinho são alguns dos muitos nomes familiares da literatura infanto-juvenil brasileira. Mas o talvez maior sucesso do gênero no Brasil, nas estantes há gerações, é do carioca Ziraldo. O Menino Maluquinho é uma homenagem tocante, engraçada e muito real à infância. Mineiro criado no Rio de Janeiro, Ziraldo escreve e desenha com uma simplicidade capaz de conquistar adultos e crianças na mesma medida. Outros clássicos do gênero que vieram de sua cabeça são Flicts, O Menino Marrom, O Joelho Juvenal, Rolim, Supermãe e A Turma do Pererê.

Colômbia

A terra do realismo mágico oferece infinitas possibilidades de histórias incríveis para crianças. A literatura infanto-juvenil colombiana ocupa espaço generoso dentro das livrarias do país. Exemplo de um clássico para crianças colombianas é Conjuros e Sortilégios, de Irene Vasco, que fala português e traduziu as obras da brasileira Ana Maria Machado para o espanhol.

Egito

As pirâmides, a esfinge e o deserto são parte do imaginário infantil, muito por causa de filmes e televisão. A coletânea Contos e Lendas do Antigo Egito conta as histórias desses monumentos e locais para crianças usando as belas lendas da terra dos faraós.



Indonésia

História com personagens bichos e lições de moral são a definição de fábulas — as mais famosas são as do grego Esopo, autor de A Lebre e a Tartaruga e A Cigarra e a Formiga. A Grande Corrida vem da mesma tradição, mas se passa no Sudeste Asiático e conta a história de um kanchil, um mamífero veloz encontrado nas florestas da Indonésia.

Itália

Inspiração para o desenho da Disney, o Pinóquio do Gepeto é italianíssimo. Criada em 1881 por Carlos Collodi, em Florença, a história ganhou alcance mundial com a versão animada nos anos 1940 e tem versões na Rússia, Japão e Brasil. A saga de como Pinóquio deixa de ser um boneco de madeira e se torna um menino humano tem nada menos que 36 capítulos. A Companhia das Letras publicou a história original do Pinóquio em português.

Japão

Castelos, dragões e contos de fada. Seria como uma história dos irmãos Grimm, se não viesse de uma terra muito mais distante — o Japão. Os clássicos da literatura infantil japonesa são cheios de seres mitológicos e histórias sobre honra e amizade. No Brasil, que tem a maior comunidade japonesa fora do Japão, As Histórias Preferidas das Crianças Japonesas foram publicadas em dois volumes bilíngues reunindo 36 desses contos. Servem como iniciação ao universo mágico da terra do sol nascente, que é ao mesmo tempo tão distante e tão próxima dos brasileiros. As belas ilustrações são do artista Yoshisuke Kurosaki, um dos desenhistas mais importantes do Japão.

Rússia

A história da Baba Yaga, com sua casa móvel sobre pernas de galinha, é talvez a mais conhecida do folclore russo mundo afora. Mas um país com uma tradição literária tão rica tem muito mais, é claro. Camponeses, monstros e princesas se unem a cossacos, popes e bogaries nas histórias ancestrais. No Brasil é possível conhecer esse universo em Sete Contos Russos, que traz skázkas (ou lendas) adaptadas para o português pela escritora Tatiana Belinky, brasileira de origem russa.

Gostou da lista que preparamos para você?

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

CONTANDO HISTÓRIAS

 Este é um espaço dedicado à arte de CONTAR HISTÓRIAS.

Mesmo não percebendo, estamos sempre contando uma história. Narramos um fato acontecido conosco no dia-a-dia, com riqueza de detalhes. Às vezes, um capítulo de uma novela, uma notícia do jornal que foi lido, um fato que outra pessoa nos contou, enfim, somos contadores de histórias natos.

Apesar da inovação nas formas de se narrar histórias, essa atividade continua tendo, na sua essência, a preocupação de trabalhar a afetividade, a emoção e o imaginário do ouvinte. Para ser um contador de histórias é preciso ter um dom, ter sensibilidade e poder de encantamento.

Ana Maria Machado, uma das maiores escritoras infanto-juvenis do Brasil afirma que: “Ler é muito gostoso, é natural que as pessoas gostem. Só falta alguém que desperte esse interesse”. Através do contar histórias, as crianças e jovens acabam se envolvendo  e assim, vão querer ler por si mesmos

Fantasia existe para quem quiser e souber vivê-la. As histórias, principalmente os contos, podem fazer muita criança ou adolescente sonhar e imaginar mundos diferentes do seu. Ouvir histórias e entrar para o mundo da imaginação amplia as possibilidades das crianças e jovens se transformarem em adultos saudáveis. Afinal de contas cada um tem que viver suas experiências para construir sua própria história.


Vamos apresentar a você A ÁRVORE GENEROSA, um clássico de 1964 que conta a história do amor entre uma árvore e um menino. Aborda a a amizade, a consciência ecológica e a passagem para a vida adulta. Os estreitos laços que aproximam o menino e a árvore transformam-se, pouco a pouco, em distância e silêncio. Ela sempre acolhe e oferta; ele tudo pede e retira. A árvore propõe uma relação de troca sincera e desinteressada - essa que o menino parece desaprender quando vira homem.

CONHEÇA ESSA HISTÓRIA NO VÍDEO A SEGUIR: 


domingo, 23 de agosto de 2020

CONTO e RECONTO...

A contação de histórias é uma ferramenta importante para a formação das crianças e, acredite, de jovens também! As histórias são uma forma significativa que a humanidade encontrou de narrar suas aventuras e experiências, elas abrem portas para o novo e o desconhecido. Além disso, são uma excelente forma de entreter e ensinar.

Assista ao vídeo em que a escritora Ana Luísa Lacombe lê a “A Árvore de Tamoromu”, um reconto do mito do povo indígena Wapixana. Com uma interpretação maravilhosa, Ana nos conta a história de uma pequena cotia muito engraçada que encontra, no meio da floresta, uma grande árvore que dá todo tipo de fruta e legume.

O livro, onde Ana reescreve o mito com suas palavras, foi publicado pelo selo Formato, e as ilustrações são do artista plástico e escritor Fernando Vilela. A orelha do livro e a quarta capa foram escritos por Fanny Abramovich, renomada pedagoga e escritora de livros infantojuvenis com mais de 40 títulos publicados.

Ana Luísa Lacombe é atriz premiada, escritora e ministra palestras sobre a arte de contar histórias. Seu livro “A Árvore de Tamoromu” ganhou o prêmio de melhor reconto pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ e faz parte do acervo da maior biblioteca de literatura infantil e juvenil do mundo, localizada na Alemanha.

COMO LER MAIS: Dicas importantes !


O verbo “LER” pode ser definido, segundo o Dicionário Aurélio, como: 

1. percorrer com a visão (palavra, frase, texto), decifrando-o por uma relação estabelecida entre as sequências dos sinais gráficos escritos e os significados próprios de uma língua natural. 

2. ter acesso a (texto, obra etc.) através de sistema de escrita, valendo-se de outro sentido que não o da visão.” 

Estudos revelam que a prática da leitura contribui em vários aspectos para o desenvolvimento, tanto de maneira cognitiva quanto nos aspectos que dizem respeito ao socioemocional; além de ser uma fonte de prazer e de entretenimento. Estimular o hábito da leitura das crianças é uma missão importante para os educadores e para as famílias. 

Pensando nisso, preparamos este artigo com o objetivo de fornecer dicas para ampliar a leitura. Confira! 

Inserir a leitura na rotina 

Uma dica eficaz para a criação do hábito da leitura é estabelecer um tempo específico para ler diariamente. No início pode ser um desafio, mas ao ler um pouco todos os dias, o leitor começa a se acostumar com a leitura e isso se torna parte de seu cotidiano. Uma sugestão é incentivar os alunos a definir seu próprio momento de leitura. Pode ser antes de dormir, ao acordar ou depois do almoço.    

Uma forma fazer com que os crianças e jovens visualizem como uma rotina de leitura é benéfica é calculando quantos livros por ano você poder ler com apenas trinta minutos de leitura diária. Digamos que uma pessoa leia, em média, uma página a cada dois minutos. São 15 em 30 minutos que, multiplicadas pelos 365 dias do ano, resultam em mais de 5 mil páginas! Seria possível ler cerca 18 livros em apenas um ano! 

Intercalar os gêneros literários e diversidade  

Todos temos nossos gêneros literários favoritos, mas é sempre válido sair da zona de conforto e buscar explorar novas obras. Ser um leitor flexível, aberto a novas experiências literárias, permite conhecer novas formas de escrita e novos contextos que fogem do que estamos acostumados.  

Indicar obras de gêneros diversos e temáticas variadas vai ajudá-los a conhecer diferentes possibilidades de leitura. Vale lembrar que é fundamental se atentar à faixa etária do leitor, de forma que as indicações sejam adequadas ao seu perfil.  

Um exercício útil para conseguir essa variação é montar listas de obras que poderiam ser indicadas em cada disciplina ou temática e intercalar aquelas que propõe uma maior diversidade. Buscar igualar o número de autores e autoras, verificar se há alguma produção de autores negros, ou de países fora do eixo europeu-americano, obras escritas por pessoas indígenas. Tudo isso contribui para uma maior diversidade no aprendizado e a possibilidade de ter contato com diferentes culturas e processos de vida.  

Carregar sempre um livro 

Quanto mais fácil for o acesso às obras, mais facilitada se torna a prática da leitura. Guardar livros em caixas, prateleiras altas ou em cômodos pouco frequentados pode dificultar o contato com eles. Pensando nisso, é preciso incentivá-los a sempre carregar um livro, uma excelente alternativa para facilitar a leitura. Momentos de espera muitas vezes são imprevistas e podem ser ideais para se entreter e desenvolver esse hábito que será levado para a vida toda! 

Criar um ambiente propício 

Ao ler em um local tranquilo e silencioso a leitura se torna mais produtiva, focada e proveitosa. Por isso, o ideal é que o leitor escolha um lugar confortável, sem distrações, como a biblioteca escolar ou um local mais quieto da casa.   Em casa, os pais podem ser incentivados a criar esse ambiente e até compartilhar o momento de leitura com os filhos.  

Participar de um Clube do Livro 

A leitura muitas vezes é vista como uma atividade individual, contudo, compartilhar opiniões pode tornar a leitura ainda mais prazerosa. Transforma-la em um exercício coletivo incentivando os estudantes a criar ou participar de um Clube do Livro enriquece a experiência com as obras.  

Os momentos de discussão em grupo ajudam o leitor a perceber aspectos que não haviam notado antes e analisar perspectivas diferentes de uma mesma história.  

CONHEÇA 6 BENEFÍCIOS DA LEITURA 

A família também tem muito a contribuir com o incentivo à leitura. Para incentivar o apoio dos pais e responsáveis, vale ressaltar os diversos benefícios da leitura para o desenvolvimento, aprendizado e formação dos estudantes.  

Veja a seguir alguns dos principais benefícios que o hábito da leitura pode proporcionar: 

1. Desenvolve o cérebro 

Ler aumenta as conexões neurais, fazendo com que o cérebro funcione melhor. A leitura contribui para o desenvolvimento da memória, do raciocínio e da percepção

Em uma pesquisa norte-americana foi comprovado que o hábito da leitura ajuda a reduzir a perda gradativa do funcionamento do cérebro durante a velhice em cerca de 30%, além de diminuir o risco de doenças como o Alzheimer. Outro ponto é que ler aumenta a receptividade à linguagem no cérebro, o que facilita o processo de aprendizagem.  

2. Estimula a criatividade 

A leitura contribui para o desenvolvimento da criatividade, uma vez que exercita a capacidade de imaginar com os cenários, os personagens, as situações e o contexto da história. Ao contrário de uma obra cinematográfica, que geralmente conta com recursos visuais e sonoros, a leitura exige que o leitor imagine e crie a narrativa dentro do seu entendimento individual. 

Em uma pesquisa realizada pela Universidade de Toronto (Canadá), foi descoberto que os leitores de ficção possuem uma tendência para aceitar pensamentos ambíguos e passam a compreender aspectos distintos de um mesmo assunto. 

3. Expande o vocabulário 

Quanto mais a pessoa lê, mais vasto e completo se torna o seu vocabulário, o que reflete no aprimoramento da escrita e da própria leitura. Os livros apresentam palavras e expressões que podem ser desconhecidas em um primeiro momento, mas que o cérebro acaba memorizando e compreendendo. 

4. Diminui o estresse 

Um estudo realizado pela Universidade de Sussex, em 2009, descobriu que ler por apenas seis minutos já pode ajudar na diminuição do nível de estresse em até 68%. Foi notado que após esse período de leitura os voluntários conseguiram relaxar os músculos e tiveram uma queda na frequência cardíaca. 

Vale ressaltar que a leitura diária, mesmo que por pouco tempo, é capaz de reduzir a frequência cardíaca e aliviar a tensão dos músculos, o que resulta na diminuição do nível de estresse. Além disso, ao se concentrar para ler uma história, a pessoa consegue parar de pensar em vários assuntos, o que ajuda no controle da ansiedade e da preocupação. 

5. Provoca empatia  

A empatia é a capacidade de se colocar e se imaginar no lugar do outro, compreendendo emocionalmente as outras pessoas. A leitura possibilita a conexão com outras realidades, uma vez que envolve conhecer personagens e suas respectivas peculiaridades. Com isso, os leitores assíduos possuem maior facilidade em se colocar no lugar do outro, exercendo a empatia. Ler sobre vidas e épocas diferentes do contexto no qual se está inserido facilita o entendimento acerca do diferente

6. Induz o pensamento crítico 

Toda obra traz um ensinamento e, por meio da história, o leitor consegue refletir acerca dos seus ideais e valores. O hábito da leitura aprimora a capacidade de argumentação, uma vez que, com base nas informações lidas, a pessoa é capaz de opinar e se posicionar com mais facilidade acerca de diversos assuntos. Dessa forma, o leitor se torna capaz de construir opiniões mais embasadas, apresentar novos argumentos e se aprofundar em debates. 

LER FAZ BEM! 

A prática da leitura traz inúmeros benefícios para todos os leitores, independentemente da idade. Ao longo deste artigo, apresentamos dicas de como incentivar a leitura entre as crianças e alguns dos principais benefícios do contato próximo com os livros